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Fiscalização reprova bicos de combustíveis em postos do Acre durante operação nacional

Inspeção em postos encontra falhas em bombas de combustível no Acre | Foto: Ascom

Uma operação nacional de fiscalização realizada em postos de combustíveis identificou irregularidades também no Acre. Durante a ação, 14 bicos de abastecimento foram reprovados no estado após apresentarem problemas que podem prejudicar o consumidor. A ação ocorreu entre os dias 10 e 12 de março e contou com a participação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), além de órgãos da Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade do Inmetro (RBMLQ-I).

Durante as inspeções, as equipes analisaram principalmente possíveis fraudes eletrônicas nas bombas e se o volume de combustível entregue correspondia, de fato, ao que é pago pelo consumidor. Entre os problemas mais comuns identificados nas fiscalizações em todo o país estão indícios de adulteração em placas eletrônicas, lacres de segurança rompidos, vazamentos, equipamentos em mau estado de conservação e erros de medição que podem resultar em prejuízo para quem abastece.

A fiscalização foi realizada em parceria com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com coordenação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No Acre, 25 postos de combustíveis passaram por inspeção. Ao todo, foram verificados 356 bicos de abastecimento, dos quais 14 foram considerados irregulares, o que representa um índice de reprovação de 4%.

Em nível nacional, a operação inspecionou 3.651 bicos de combustíveis, com 831 reprovações, índice de 23%. Entre os estados com maiores taxas de irregularidades estão Rio Grande do Norte, onde todos os bicos fiscalizados foram reprovados, seguido pelo Ceará, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

Apesar das reprovações registradas, o Acre aparece entre os estados com menor índice de irregularidades na operação. Ainda assim, os equipamentos considerados irregulares devem passar por correção antes de voltar a operar.



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