Plantão

Blog do Ton: Qual será a próxima desculpa? Oposição a Bocalom fica cada vez mais difícil


Disseram que o prefeito Tião Bocalom (PP-AC) teria problemas com a Câmara de Vereadores. Hoje, tem uma base esmagadora e não enfrenta qualquer dificuldade em aprovar projetos.

Depois, começaram a atacar a gestão, com pontos isolados que até ganharam algum destaque. Bocalom se preparava para fazer investimentos nunca antes vistos pela população, entregando fardamento e tablets na educação, colocando a saúde para funcionar durante a pandemia, máquinas por todos os lados e obras que estão mudando a cara da cidade.

Começaram, então, a atacar a imagem do prefeito. Bocalom, em um ano, se tornou o prefeito que mais cresceu em termos de popularidade nas pesquisas de aferição de indicadores de gestão.

Começaram a alagação criticando a ausência do prefeito. Mas terminaram vendo nas ruas a maior operação pós-enchente da história da cidade, com validação de diversos poderes locais e nacionais e uma operacionalidade totalmente independente, que não parou por necessitar de recursos federais.

Daí, reclamaram até porque a prefeitura tem dinheiro em caixa. “Vai fazer poupança?”. Lá vai Bocalom e anuncia o que estava sendo há tempos planejado: o Recupera Rio Branco, mais uma megaoperação como a cidade nunca viu.

Problemas, toda cidade tem. Bocalom não nega isso. Ainda há muita coisa a fazer, e não estou contando com o 1001 Dignidades, pensado para bater recorde mundial e dar dignidade à milhares de famílias.

Bocalom sofre represália dentro do próprio partido — que é muito bem abrigado na prefeitura —, tem grande torcida contra sua gestão — na verdade, essas pessoas torcem contra a população —. Mas, mesmo assim, segue de cabeça erguida e está, com seu pé no chão, fechando o cerco contra os opositores. Fico pensando: qual será a próxima desculpa?

DUAS COISAS


Durante evento oficial, o governador Gladson Cameli falou duas coisas sobre o próximo ano: afastou rumores de que Alysson Bestene será vice de Marcus Alexandre, e disse que tem evitado falar de política.

ESTÁ CERTO

Gladson está certo em dizer que tem muita água para passar por debaixo dessa ponte. Tem mesmo.

NÃO ERAM NOMEAÇÕES

O professor Carlos Coêlho procurou o Blog para afirmar que, dentro de sua pastinha, não existia nenhuma lista com nomes para a Casa Civil. “Quando fui ao gabinete civil, fui tratar de um torneio intermunicipal, numa parceria entre gabinete do senador e governo”. Registro feito.

AGUARDANDO

Já que o motivo da reunião era o dito torneio, perguntei se ele vai acontecer, com a parceria Governo do Acre/Gabinete do senador Petecão. “Estamos aguardando”, disse.

ACOLHIMENTO

A prefeitura de Rio Branco lançou edital para que famílias que acolham crianças e adolescentes recebam um auxílio. Linda atitude. Mais informações na página oficial da prefeitura.

CONSENSO

Essa questão do programa Ruas do Povo, programa do Estado que deixou várias ruas judicializadas, merece um consenso entre prefeitura e Estado.

PDT

É o partido que abriga, a partir de agora, o excelente prefeito Jerry Correia, de Assis Brasil. O partido de Brizola terá a missão de dar suporte à reeleição de Jerry em 2024.

JERRY E PADEIRO

O curioso é que Jerry é muito amigo do prefeito Padeiro, de Bujari. Agora, eles são colegas de partido. Será que essa amizade colaborou na decisão?

UNHA E CARNE

Nas festividades de aniversário de Assis Brasil, no último mês de maio, os dois eram unha e carne.

LEITE DERRAMADO

O PT pode chorar o leite derramado ao ver dois grandes prefeitos expulsos — Fernanda Hassem e Jerry Correia — consolidando suas supremacias, cada um em sua cidade. A primeira elegendo seu sucessor ou sucessora, e o segundo sendo reeleito.

BATE-REBATE
  • Até esse exato momento, apenas um senador que declarou voto — no caso, favorável — ao novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin (…)
  • (…) Foi o senador Sérgio Petecão (PSD-AC).
  • Os demais não quiseram se manifestar, direito esse que não será contestado.
  • Não se fala em outra coisa na política, a não ser na ação que julga a inelegibilidade de Jair Bolsonaro (…)
  • (…) Está para a política como essa questão do submarino perdido está para as notícias gerais.
  • O presidente do União Brasil no Acre, senador Alan Rick, dissolveu diretórios do partido em 20 municípios acreanos (…)
  • (…) O que lhe é de direito. Mas deve tomar o cuidado nas recomposições, e não deixar de considerar quem construiu os partidos nesses lugares (…)
  • (…) Independente de questões políticas, até porque essas podem ser perfeitamente conversadas e realinhadas (…)
  • (…) Eu citaria vários exemplos de cidades onde isso deve ser visto com muito cuidado, mas vou me ater a duas, a título de exemplo: (…)
  • (…) Marechal Thaumaturgo e Assis Brasil.


ACESSE O BLOG DO TON E FIQUE POR DENTRO DOS BASTIDORES DA POLÍTICA ACREANA.




Fonte: OPalaciano
Tecnologia do Blogger.